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| Estudante foi baleado por tiro de borracha, a mando de um oficial da PM, e arrastado em Itambé. Foto: Reprodução/TV Jornal |
Os quatro policiais militares envolvidos na morte do estudante Edvaldo da Silva Alves, em Itambé, na Mata Norte de Pernambuco, vão sentar no banco dos réus. A Justiça acatou denúncia do Ministério Público. O capitão Ramon Tadeu Silva Cazé, que deu a ordem para o disparo que atingiu a vítima durante protesto que cobrava mais segurança para a cidade, vai responder por homicídio doloso (com intenção de matar) e por tortura. O soldado Ivaldo Batista de Sousa Júnior, que atirou na vítima com uma espingarda calibre 12 carregada com cartucho de projétil de elastômero (bala de borracha), foi denunciado por homicídio doloso. Alexandre Dutra da Silva e Silvino Lopes de Souza, que estavam no momento do protesto, vão responder processo por omissão de socorro. Os quatro PMs têm até dez dias para apresentar a defesa. A Justiça não solicitou a prisão dos policiais, mas determinou algumas medidas cautelares (veja abaixo).






